O Patriarca Ecumênico Bartolomeu afirmou que a busca pela unidade dos cristãos exige a superação das feridas históricas que ainda alimentam divisões entre Oriente e Ocidente. Segundo ele, a misericórdia não deve ser entendida como mera cortesia diplomática, mas como força transformadora capaz de curar memórias feridas e promover a reconciliação. O Patriarca destacou que o testemunho cristão perde credibilidade quando as próprias Igrejas permanecem divididas, defendendo a purificação da memória, o diálogo teológico e a colaboração entre os cristãos diante dos desafios contemporâneos. Concluiu recordando que a verdadeira unidade não consiste na vitória de uma tradição sobre outra, mas na comunhão de todos em Cristo, conforme a oração do Senhor: “Para que todos sejam um” (Jo 17,21).
O Patriarca Ecumênico Bartolomeu afirmou que a busca pela unidade dos cristãos exige a superação das feridas históricas que ainda alimentam divisões entre Oriente e Ocidente. Segundo ele, a misericórdia não deve ser entendida como mera cortesia diplomática, mas como força transformadora capaz de curar memórias feridas e promover a reconciliação. O Patriarca destacou que o testemunho cristão perde credibilidade quando as próprias Igrejas permanecem divididas, defendendo a purificação da memória, o diálogo teológico e a colaboração entre os cristãos diante dos desafios contemporâneos. Concluiu recordando que a verdadeira unidade não consiste na vitória de uma tradição sobre outra, mas na comunhão de todos em Cristo, conforme a oração do Senhor: “Para que todos sejam um” (Jo 17,21).










