Essa questão de transformar a Basílica de Hagia (Santa) Sofia de Constantinopla (Istambul) em mesquita muçulmana não é nova, mas continua preocupante.
02 de setembro de 2015 – Orthodoxie.com – Novamente o assunto volta às pautas da campanha eleitoral na Turquia e ouve-se de alguns políticos propostas para transformar a Basílica de Hagia Sophia de Constantinopla numa mesquita. A imprensa turca anunciou que o ministro interino da Cultura e Turismo, Yalçın Topçu, reconheceu durante um programa de televisão, que a questão da transformação da Basílica de Santa Sofia em mesquita estava sim na ordem do dia. O ministro turco referiu-se à vontade de Maomé II, o Conquistador, cuja primeira medida após a apresentação de Constantinopla, era transformar a Basílica de Santa Sofia em mesquita. O grego Nikos Chiliadakis, Turcologista, acredita que a instabilidade interna na Turquia e a posição instável da elite dominante, incluindo a do presidente Recep Tayyip Erdoğan, pode incitá-los a movimentos na direção de, precipitadamente, transformar a histórica Basílica de Hagia Sophia em lugar de culto muçulmano. Assim, os islamitas poderiam aumentar sua popularidade às vésperas das próximas eleições de 01 de novembro.










Usar uma basílica como moeda de troca para atingir objetivos eleitorais?!?! Definitivamente o nosso apego à quantidade chegou às raias do absurdo. Um punhado de votos vale mais do que milhares de anos de tradição religiosa.
PAZ
A IGREJA DE SANTA SOFIA É UM PATRIMÔNIO HISTÓRICO ORTODOXO. O CERTO SERIA VOLTAR O ESPLENDOR DA DIVINA LITURGIA!
PE. INÁCIO
A Hagia Sofia já é usada atualmente para culto muçulmano a partir das 17 horas, todo dia.
O certo seria nunca ter sido transformada em mesquita, e sim sempre ser catedral ortodoxa. Porém, acho que mais importante do que a discussão sobre a Hagia Sophia é a questão que envolve os direitos dos cristãos ortodoxos na Turquia, lembrando que a atual sede do Patriarca é a Igreja de São Jorge em Fanar, de onde irradia o esplendor do Patriarcado Ecumênico, a abertura da Escola de Halki e outras questões.
Como já afirmei anteriormente, a barbárie muçulmana não tem limites.