Pressione "Enter" para pular para o conteúdo

ORAÇÃO PELOS DOIS BISPOS ORTODOXOS SEQUESTRADOS HÁ DOIS MESES

Sábado, 22 de junho, exatamente dois meses após o seu sequestro na Síria, momentos de oração aconteceram em diferentes cidades do Oriente Médio pelos dois bispos de Alepo Yohanna Ibrahim – siro-ortodoxo – e Boulos Yazigi – greco-ortodoxo –, conta a agência Fides.

A reportagem é de Aymeric Christensen e publicada no sítio da revista francesa La Vie, 24-06-2013. A tradução é do Cepat.

Diferentes vigílias, reunindo todas as comunidades cristãs, aconteceram nas catedrais de Alepo, assim como em Balamand, no Líbano, às vésperas das celebrações do Pentecostes ortodoxo.

 Bispos Paulo Yazigi e Yohanna Ibrahim
Bispos Paulo Yazigi e Yohanna Ibrahim

Não há novas informações sobre os dois homens e algumas informações que nos chegam, tranquilizadoras há um mês, são cada vez mais pessimistas. No dia 14 de maio, a revista católica britânica The Tablet chegou inclusive a anunciar, sem que a informação fosse confirmada, a “provável morte” de Yazigi e Ibrahim.

Embora elementos contraditórios circulem há dois meses a propósito do seu sequestro e libertação, é particularmente delicado discernir o verdadeiro do falso. Tanto que um novo mistério veio se somar ao assunto: a única testemunha direta do sequestro, que inicialmente havia apontado um “comando checheno” por trás do sequestro, estaria agora desaparecida, segundo o jornal católico francês La Croix.

“Nós estamos tristes porque já se passaram dois meses e não fazemos nenhuma ideia de onde se encontram nem como estão os nossos irmãos bispos”, declarou à Fides Timoteo Matta Fadil Alkhouri, assistente do Patriarcado siro-ortodoxo de Antioquia. “Não temos certeza se ainda estão vivos, mas não perdemos a esperança. Pedimos muitas vezes que possamos ouvir sua voz, o que não foi possível. Mas, até o momento, não recebemos nenhuma notícia ruim e isso nos dá, a nós e ao nosso povo, uma esperança”.

Ele, por outro lado, agradeceu “ao Papa Francisco, a todos os cristãos, assim como a todos os muçulmanos que rezam conosco e que sentimos ao nosso lado nesse momento de dor. Tudo isso nos ajuda a seguir em frente”.

Fonte: IHU

Seja o primeiro a comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *