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Bento XVI recebe S.B. Crisóstomos II de Chipre

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Patriarca Crisóstomo do Chipre com Papa Bento XVI, Roma-2007

Cidade do Vaticano, 28 março de 2011 (RV) – O Papa Bento XVI recebeu em audiência nesta segunda-feira, 28 de março, Sua Beatitude Crisóstomo II, Arcebispo de Nea Giustiniana e de todo Chipre, primaz da Igreja Ortodoxa de Chipre. Sua Beatitude Crisóstomo II já visitara o Santo Padre e a Igreja de Roma entre os dias 12 e19 junho de 2007. Bento XVI e o Arcebispo Crisóstomo II, se encontraram novamente em várias ocasiões durante a viagem apostólica do Papa ao Chipre de 4 a 6 junho de 2010. Durante a sua permanência em Roma, Sua Beatitude também se reunirá com o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone.

O arcebispo e sua comitiva manterão também encontros com o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Kurt Koch. Antes de deixar Roma, no último dia 30 de março, o Arcebispo Crisóstomo II encontrou-se com o Prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, Cardeal Leonardo Sandri, com o Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi, e com o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran. (SP)

Sobre o papel de Chipre no Oriente Médio e sobre o diálogo entre católicos e ortodoxos, eis o que nos disse Crisóstomo II, entrevistado pela Rádio Vaticano:

«Chipre tem ótimas relações com todos os países do Oriente Médio, como também com a Europa: de fato, Chipre é membro efetivo da União Européia. Em função de sua posição e do importante papel geopolítico, Chipre pode oferecer uma significativa contribuição na resolução dos problemas do Oriente Médio e para a tutela do mundo cristão naquela região.»

Perguntado sobre como avalia o estado atual do diálogo entre católicos e ortodoxos, respondeu:

«Creio que o diálogo esteja nos aproximando sempre mais. Temos o dever de continuar, juntos, no caminho do diálogo, que é o caminho do futuro. Não devemos cansar-nos de um confronto positivo e devemos trabalhar juntos para resolver os problemas que ainda subsistem. Decidimos trabalhar juntos incansavelmente, para alcançarmos a unidade.»

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