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Descoberta na Geórgia provável relíquia de São Máximo, o Confessor, e seus companheiros

georgia-achadoA única relíquia de São Máximo, o Confessor, conhecida até agora, era a mão direita que lhe foi cortada após seu segundo julgamento, e que está conservada no Monastério de São Paulo, no monte Atos. Porém, outra tradição muito antiga, na Geórgia, informava que seus restos mortais estavam enterrados sob o altar da igreja do mosteiro construído em sua homenagem, na região próxima onde ele foi preso e morto. O Arcebispo local, Dom Stephano Kalaidjisvil, decidiu então contratar uma equipe de arqueólogos da Universidade de Tblisi para orientar as escavações sob o altar da igreja do monastério dedicado a São Máximo. Estas escavações descobriram a ossada de três pessoas em um primeiro nível e,  num nível mais profundo, a ossada de um outro corpo. A análise desses ossos foi confiada ao antropólogo Vladimir Aslanishvili, professor da Universidade de Tbilisi.Várias estudos tendem a atestar que se trata mesmo das relíquias de São Máximo, o Confessor, e seus dois discípulos, e que a ossada do corpo achado mais abaixo seria de São Arsênio, fundador do monastério. Estas primeiras conclusões, no entanto, deverão ser melhor analisadas e ratificadas por peritos de outros países, como a Grécia e Rússia, antes de se concluir definitivamente que se trata mesmo das relíquias destes santos. Os métodos e processos de pesquisa e os resultados iniciais da descoberta foram apresentados por seus autores, Vladimir Aslanishvili, Christan Revaz, e pelo arcebispo Stéphane Kalaidjisvili durante o simpósio sobre São Máximo, o Confessor,  realizado em Tbilisi no período de 20 a 25 de Outubro. Este fato foi amplamento divulgado e despertou um enorme interesse na Geórgia.

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