Cada um de nós, ortodoxos, vive em seu próprio mundo e pratica sua fé dentro de um «vacuum» (vazio). Lutando para sobreviver, não pode se ocupar muito da vida espiritual e comunitária dentro da Igreja… Usamos muito da «economia» (um particular tipo de dispensação) para acomodar os fiéis e suas demandas e assim poder superar os problemas. Por isso, quando nos defrontamos com um problema de força maior, canônico e significativo, encontramos dificuldades.
Ecumenicamente, com a Igreja Católica Romana, temos as melhores relações, e tratamos de criar espaços de cooperação. Com as igrejas protestantes tradicionais e clássicas, cultiva-se relações fraternais, no âmbito ecumênico que nos proporciona o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e pela Comissão Ecumênica de Igrejas Cristãs na Argentina (CEICA), organismos aos quais pertencem nosso Patriarcado e nossa Arquidiocese, respectivamente.
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