O caminho de comunhão com as Igrejas Ortodoxas e a reconciliação na Chipre dividida, estiveram no centro do discurso de despedida de Bento XVI da ilha do Mediterrâneo. Falando após o presidente Christofias no aeroporto de Larnaca, o Papa recordou «ter podido escutar cipriotas do norte que gostaria de retornar em paz às suas casas e aos lugares de culto» e de ter sido «profundamente tocado pelos seus pedidos». «Verdade e reconciliação, junto com o mútuo respeito – explicou Bento XVI – são o fundamento mais solido para um futuro em unidade e paz para esta ilha», convidando em seguida o presidente cipriota a «trabalhar com paciência e constância com os seus vizinhos para construir um futuro melhor». Referindo-se depois à fraterna acolhida do arcebispo ortodoxo de Chipre Chrysostomos II, o Papa disse que «temos um apelo divino a sermos irmãos, a caminhar lado a lado na fé», e confirmou que a Igreja Católica [Romana] «se empenhará para conseguir o objetivo da perfeita unidade na caridade através de uma estima mais profunda naquilo que Católicos e Ortodoxos têm de mais caro». [Fonte: H2O NEWS]

«Católicos e ortodoxos, rumo à unidade na caridade»
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