Irmãos e irmãs, filhos e filhas bem amados em Jesus Cristo,
A partir de amanhã, entraremos no período da Santa e Grande Quaresma. No Ofício Litúrgico de Vésperas do Domingo do Perdão, à tarde, escutaremos os sagrados hinos a nos exortar: «entreguemo-nos felizes ao tempo de jejum, preparando-nos para os combates espirituais»; preparemo-nos então também para acolher a Venerável Paixão e a Santa Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, Homem e Deus. Para tanto, é preciso cercar-se de uma feliz disposição, a fim de nos dedicarmos com êxito às lutas espirituais neste período de recolhimento, de purificações e de elevação. O jejum, a abstinência, a simplicidade, o cerceamento dos desejos, a freqüente oração, a confissão sacramental e os demais elementos que caracterizam o período da Grande Quaresma, em nenhuma circunstância devem ser tomados por meras obrigações (pesadas e insuportáveis) ou como atos impositivos que geram mal-estar ou aflição.
Os médicos, ao prescrever dietas ou exercícios físicos, necessários à uma boa saúde e bem-estar psicossomático, a primeira coisa que vêem como condição para o êxito do tratamento é a boa disposição psicológica do paciente, sua alegria, boa vontade e esperança. Da mesma forma acontece no santo período de jejum que agora iniciamos. Devemos sentir a Grande Quaresma como um valioso dom divino, como o grande momento da graça de Deus que nos afasta das coisas materiais, terrenas, que exalam a morte; ao mesmo tempo nos eleva para o alto, ao plano do Espírito, cheio de vida e saúde. Devemos sentir a Quaresma como a grande oportunidade que nos é oferecida para desintoxicar nossa alma de toda paixão e analisar o que é destrutivo, desnecessário e letal para nosso corpo; é o tempo favorável para vivermos da verdadeira alegria, do verdadeiro regozijo e júbilo […]
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