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Rabino Levin fala aos participantes da Marcha Pró-Vida: os governadores americanos precisam anular Roe versus Wade

Por: Peter J. Smith

YehudaLevinWashington, D.C., EUA, 27 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) – Liderando uma delegação de rabinos judeus ortodoxos, o líder pró-vida Yehuda Levin, que é rabino, estimulou centenas de milhares de militantes pró-vida reunidos na 37ª Marcha pela Vida, e lhes disse que fizessem pressão nos governadores de seus estados para que usem seus direitos constitucionais estaduais para anular Roe versus Wade [a decisão que legalizou o aborto nos EUA em 1973].

“Se fizermos barulho poderemos ser ouvidos e fazer uma diferença. O que estamos fazendo sobre o aborto?” declarou o rabino num discurso comovente para uma enorme multidão. A multidão, estimada em mais de 300.000 ativistas pró-vida, estava participando da Marcha pela Vida (a vasta maioria sendo jovens) antes de levarem seu protesto para o prédio do Supremo Tribunal dos EUA. “Escreva milhões de cartas endereçadas aos juízes do Supremo Tribunal”, gritou Levin. “Eles legalizaram o aborto. Agora, diga-lhes que consertem isso agora!” A multidão animada fez coro com Levin, cantando: “Consertem isso agora!

O comício recordou as decisões do Supremo Tribunal dos EUA em 22 de janeiro de 1973, as quais derrubaram as restrições ao aborto em quarenta e seis estados americanos mediante as decisões simultâneas Roe versus Wade e Doe versus Bolton.

“Nós o povo americano, que estamos nos tornando mais pró-vida à medida que a tecnologia prova que os bebês vivem no útero, exigimos uma parada na matança de bebês”, disse Levin.

O veemente rabino ortodoxo também defendeu que os ativistas pró-vida adotem outra solução constitucional para a farsa do aborto, e os convocou a pressionar seus respectivos governadores estaduais a anular o aborto legal por meio de uma manobra conhecida como “interposição”. “Há um termo legal chamado anulação e outro chamado interposição”, disse o rabino. “Se o Congresso ou o Supremo Tribunal impusesse uma lei maligna ordenando a matança de judeus, ciganos ou outros tão chamados indesejáveis, o estado soberano liderado por um governador corajoso pode se interpor entre a horrível lei federal”.

Considerados polêmicos na teoria legal moderna, os conceitos de interposição e anulação derivam principalmente da décima emenda da Constituição dos EUA, a qual concede a cada estado individual todos os poderes não dados especificamente ao governo federal. Levin insistiu em que os conceitos são justificados como um modo de o governo estadual proteger seus residentes de leis patentemente injustas, tais como o aborto legalizado.

“Um governador corajoso, compassivo, temente a Deus, que ama a família e filhos conseguirá fechar as portas das clínicas de aborto de seu estado por meio da interposição”, disse Levin. “Se o governo federal quiser enviar a Guarda Nacional para proteger os assassinos de bebês, o governador será um herói, e o povo de Deus o apoiará. A espinha dorsal da indústria que mata bebês será quebrada”“Americanos pró-vida, entrem em contato com seus governadores!” gritou Levin, logo antes de os rabinos tocarem o shofar, um tradicional chifre tocado por líderes judeus antes de entrar em batalha.

Ele incentivou os militantes pró-vida a serem mais receptivos para bebês em suas famílias: enquanto a Europa enfrenta extinção demográfica, disse ele, as famílias judias ortodoxas tipicamente “têm de 7 a 14 filhos por família”. “Deus adora isso”, disse Levin – e nesse ponto a multidão deu um jubiloso grito de concordância. “Você pode ter outra bebê santo”, acrescentou ele.

Levin também tinha uma mensagem para o Congresso. “Não ousem inserir financiamentos à matança de bebês no plano federal de saúde pública ou qualquer outra legislação”, disse ele. “Com a ajuda de Deus, faremos uma revolução tão grande que a primeira revolução americana parecerá um piquenique”.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Tradução de Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

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