Amadas filhas e filhos no Senhor, desejo me comunicar por ocasião da celebração da Dormição da Teotokos que celebramos neste ano de maneira atípica na maioria dos países de nossa jurisdição, em nossas casas, isolados, distanciados por causa dessa trágica pandemia.
Do mesmo modo como também celebramos a última Páscoa do Senhor. Agora nos cabe celebrar essa outra «pequena Páscoa» como reverberação, extensão, reflexo da primeira. Mais uma vez trata-se do triunfo sobre o pecado e a morte na pessoa de quem foi responsável por trazer a este mundo o Verbo de Deus; na pessoa da mais bela e perfeita de todas as criaturas: da mulher, da mãe, da esposa, de Maria, que reivindica e redimensiona a hipóstase e a missão da mulher neste mundo.
A festa que celebramos deve nos trazer esperança e confiança neste momento de incertezas: a certeza de que Maria, uma de nós, é a «mediadora infalível diante do Criador» e que «ninguém que recorre a ela com fé é despedido sem que lhe seja concedido graça» nos encoraja a seguir em frente nesse caminho de prova…
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