O ícone bizantino como língua teológica «fala» de múltiplos encontros. A imagem de Jesus Cristo, em primeiro lugar, é mostra e prova visível da verdade de nossa fé de que «Deus se fez carne»; de que a inescrutável, inefável e infinita natureza divina se esvaziou e se encontrou com a transitória natureza humana; de que o incriado se uniu ao criado, e que Aquele existe ao modo deste. Por isso, O Concílio Quinissexto (691/2) [1] em seu cânone 82, tendo por objetivo sublinhar a verdade, de capital importância, da divina humanização, proíbe doravante a representação de Jesus sob a forma do Cordeiro, e ordena representar a imagem de Nosso Senhor, Deus e Salvador Jesus Cristo, conforme seu caráter humano; Assim, os fiéis poderão compreender a altura da humildade do Verbo Divino, e serão guiados até a memória de seu estado na carne e de sua Paixão, e de sua Morte redentora e da Salvação que sobreveio por ela ao mundo [siga lendo…]
O Ícone bizantino como meio e lugar de múltiplos encontros – por Efstathios K. Giannís, Teólogo e Iconógrafo
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