25 de março de 2010 – A Associação Mundial de Calendários propôs, recentemente, um novo tipo de cálculo para o calendário que se baseia na versão do Calendário do Mundo, que quase foi adotada pela ONU em 1950. O presidente da Associação, Wayne Richardson, disse que o novo cálculo pode começar a partir de 2012. Ele acredita que o atual calendário gregoriano, adotado em 1582 – é inútil; é mais longo que o astronômico 26 segundos (durante 3323 anos esta diferença irá atingir vinte e quatro horas), e a diferença no número de dias, semanas, meses, trimestres e semestres cria dificuldades para os cálculos econômicos e estatísticos. Richardson está convicto de que a resistência em reformar o calendário é resultado de preconceito.
Os idealizadores da introdução do novo calendário acreditam que o ano deve conter de 365 dias. Ao mesmo tempo, cada ano, que começa num domingo, deve ter um dia extra, o segundo sábado. Além disso, cada novo mês deve começar somente na segunda-feira e para compensar o aumento do número de dias, será preciso distribuir este excedente de modo que os meses de fevereiro, maio, agosto e novembro contarão 35 dias. Para todos os meses restantes, porém, propôs-se uma redução para 28 dias. Tal situação pode dar-se-á justamente no ano 2012. Agora o «Calendário Simétrico» será submetido à comprovação. Sua versão final será proposta para a discussão na ONU.
Vale lembrar, a este propósito, que algumas das Igrejas Ortodoxas (Jerusalém, Rússia, Geórgia, Sérvia, e os mosteiros do Monte Athos) se recusaram a usar o calendário gregoriano introduzido pelo Papa Gregório XIII, em 4 de Outubro de 1582, permanecendo com o calendário juliano (chamado de «velhos calendaristas»). Todas as outras Igrejas Ortodoxas Autocéfalas (exceção à da Finlândia) valem-se do calendário Juliano revisado, ou seja, celebram-se todas as festas fixas no calendário gregoriano, e a Páscoa, de acordo com o juliano. [Fonte: Regions.Ru]






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