Por John Sanidopoulos
A ideia por trás da árvore de natal e sua decoração não possui raízes do norte europeu, como muitos creem. Na verdade, há semelhantes costumes que começaram na Grécia e foram assimiladas pelos romanos do oriente. Evidências sugerem que esta é a origem da árvore de natal como conhecemos hoje.
Enquanto hoje reconhecemos a árvore de natal normalmente como uma conífera como o pinho-alemão, na Grécia antiga era algo chamado de eiresioni (εíρος = lã). Eiresioni era um galho de oliva ou louro decorado com guirlandas de lã vermelha e branca, assim como frutos do inverno (figos, castanhas, amêndoas, grãos, etc. além de maçãs e peras) [1]. Isto era feito por gratidão à colheita e fertilidade do ano passado e em expectativa para continuidade no próximo). Usualmente também se dedicava a divindades locais como Apolo, Atena, ou às Horas).
Homero menciona o costume dos antigos gregos da eiresioni, a qual ele associou com um coro de crianças. Em Samos ele compilou diversas músicas que um grupo de crianças cantariam nas casas dos ricos desejando-os fartura, alegria e paz. Isto era celebrado duas vezes ao ano, uma vez na primavera como petição às divindades (especialmente Apolo, ao Sol e às Estações) que protegessem as sementes, e outra vez no outono, para agradecê-las pela boa colheita dos frutos. Além do agradecimento às divindades, também se desejava o bom aos seus familiares e amigos.






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