Anita Bourdin – Zenit.org Existem atualmente em Bruxelas várias representações ortodoxas na UE: a do Patriarcado de Constantinopla, a da Igreja Ortodoxa Russa, a da Igreja Ortodoxa da Romênia e a da Igreja da Grécia. Desde o ano passado, o Arcebispo Crisóstomo afirmou que sua Igreja deveria ter sua própria representação na UE, dada a particular situação cipriota, tanto política como religiosa. Colônia britânica até 1960, o Chipre se dividiu após a independência entre a população de origem grega e turca. Após uma série de confrontos entre ambas as comunidades, em 1974 a Turquia invadiu o norte do país, constituindo posteriormente a República Turca do Norte do Chipre, que não é reconhecida pela comunidade internacional. O país, formado por 78% de ortodoxos gregos e 18% de muçulmanos, ingressou na EU em 2004. Desde o início deste ano, voltaram a negociar uma eventual reunificação.
A Igreja Ortodoxa de Chipre anunciou sua intenção de abrir, no início de 2009, uma representação permanente na União Européia…
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