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Reconhecido status jurídico do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla

Estrasburgo, 11 jul (RV) – É histórica a sentença da Corte Suprema de Estrasburgo dos Direitos Humanos, que condena o Estado turco por ter-se apropriado de modo injusto do orfanato de Buyukada […]

Turquia: corte nega titulo de “ecumênico” a Patriarca Ortodoxo

A Suprema Corte turca confirmou esta semana, que o líder espiritual da Igreja Ortodoxa no mundo, o Patriarca Bartolomeu II, que vive e trabalha em Istambul, não tem o direito de receber o titulo de “patriarca ecumênico”. “O patriarca esta em território turco e deve ser sujeito as leis turcas. Por essa razão, não existe base legal para reivindicar o titulo de ecumênico” – afirma a sentença da Suprema Corte. A sentença se apóia no fato de – com base no Tratado de Lausanne, de 1923, que regulariza o status das minorias na Turquia – o Patriarcado Ortodoxo, bem como a Igreja Católica e outras r eligiões, não terem um status jurídico reconhecido. Do ponto de vista turco, o titulo “ecumênico” tem um valor político internacional. Em contrapartida o Patriarcado Ortodoxo sustenta que o titulo “ecumênico” só tem valor religioso no seio da Igreja Ortodoxa, onde o Patriarca Ecumênico de Constantinopla é considerado “primus inter pares”, entre os demais patriarcados do Cristianismo Oriental.

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