O Documento, que analisa o conceito de “sínodo” e “concílio”, as principais vias da comunhão entre as igrejas locais, foi redigido por uma delegação da Igreja Católica liderada pelo presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, cardeal Walter Kasper, e outra das igrejas ortodoxas, presidida pelo metropolita (arcebispo) Zizioulas, do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla. Também participaram do encontro representantes das igrejas ortodoxas grega e cipriota. O texto, dividido em 46 pontos, será publicado ao mesmo tempo em Roma, Atenas, Chipre e Istambul, sede do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla. As igrejas ortodoxas aceitariam, segundo este documento, reconhecer o Papa como Primeiro Patriarca, discordando, no entanto, de suas prerrogativas. A novidade, de acordo com fontes do Vaticano, é que pela primeira vez os ortodoxos aceitariam discutir o Primado de Pedro, o principal obstáculo para a reunificação dos cristãos. O documento não exige a adesão da Igreja Católica nem da Ortodoxa. Além disso, não foi assinado pela Igreja Ortodoxa Russa, que deixou a reunião em protesto contra a presença da Igreja Apostólica da Estônia, não reconhecida pelo Patriarcado de Moscou. Fonte: 14/11 – 23:09 – EFE
DOCUMENTO CONJUNTO ELABORADO PELA COMISSÃO MISTA PARA O DIÁLOGO TEOLÓGICO ENTRE CATÓLICOS E ORTODOXOS, QUE SE REUNIU EM OUTUBRO, EM RAVENA, NA ITÁLIA SERÁ APRESENTADO NESTA QUINTA-FEIRA PELO VATICANO
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