Por Emilios Polygeni
Domingo, 1º de novembro de 2015 — Romfea.gr – O Patriarca Kirillos, de Moscou e Toda a Rússia, rezou hoje pelas 224 vítimas do acidente com o avião Airbus-A321 das linhas aéreas russas Metrojet / Kogalymavia que realizava um voo de Sharm el Sheikh a São Petersburgo e caiu no Sinai (Egito). O avião desapareceu dos radares na manhã deste sábado, minutos após sua decolagem. Na Igreja de São João Batista, em Tsernigkov, Moscou, o Patriarca Kirill, visivelmente consternado, durante a Divina Liturgia, fez memorial das vítimas desta tragédia aérea que, segundo os especialistas, “é a maior na história do nosso país”. Após a Divina Liturgia o Primaz da Igreja Russa pediu aos fiéis para que rezassem fervorosamente pelas vítimas deste acidente.
“Hoje rezamos por aqueles que perderam suas vidas neste acidente aéreo no Sinai, o maior, segundo os especialistas, na história do nosso país. 224 pessoas, em sua maioria jovens e crianças, descansam agora nos braços do Senhor”, disse o Patriarca. E, em outro momento, observou que: “Esta tragédia não deve deixar ninguém indiferente. Até agora, em todas as nossas igrejas, temos rezado, não só pelo repouso das almas dos que morreram, como também por todos os seus familiares que sofrem a dor da perda ”.
O presidente russo Vladimir Putin declarou o dia de ontem, 1º de novembro, dia nacional de luto.
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Segundo a embaixada russa no Egito, o voo transportava 212 passageiros e 7 integrantes da tripulação. O avião decolou de Sharm El-Sheikh às 03:31 GMT e desapareceu do radar 23 minutos depois. A maioria dos passageiros eram turistas russos, incluindo 17 crianças. Dois passageiros eram ucranianos e um bielorrusso. Os destroços foram encontrados perto da cidade de Arish, no norte da península do Sinai. Testemunhas citadas pelo site de notícias al-Masry al-Youm disseram ter visto o avião ardendo, provavelmente o motor (Sputnik Brasil).
Até ao momento não é conhecida a causa do desastre, embora um grupo ligado ao auto-proclamado ‘Estado Islâmico’ tenha reivindicado a autoria de um pretenso atentado. Contudo, as autoridades egípcias e russas consideraram improvável a motivação terrorista como causa de tal acidente. Continuam as investigações (Rádio Vaticana).






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