Por Ermanno M. Toniolo, osm.
O homem ocidental se aproxima de modo muito diferente do único e infinito mistério de Jesus, Filho de Deus. De modo geral os ocidentais, por causa de sua fineza no raciocínio e nas análises, de apuro científico e metodológico na pesquisa em todos os setores, incluindo o religioso, são autênticos pioneiros no campo bíblico e teológico, histórico e antropológico, sem esquecer o litúrgico. Além disso, a Igreja católica tem hoje a sorte de possuir como ponto cardeal de referência, o Concílio Vaticano II, com a força ativa de renovação que dele jorrou.
Diferente do Oriente, onde sempre existiu e ainda vigora uma outra mentalidade e uma atitude diversa. O fiel oriental é sobretudo dominado por uma orientação espiritual que o leva a aproximar-se dos “mistérios” de modo vital, servindo-se de meios mais íntimos e menos científicos: a intuição, as imagens, as cores, os símbolos, e tudo isso que faz o papel como de um véu e permite penetrar além do visível que se escuta e se celebra, no objeto invisível que se oculta e se revela nos sinais: a vida de Deus […] Continue lendo….
Fonte: Cultura Mariana





Seja o primeiro a comentar