“Se permitirmos que os espinhos sufoquem o diálogo, perderemos não só os frutos futuros, mas até mesmo o precioso fruto já colhido por nossos predecessores. Cultivemos o respeito, a honra e, sobretudo, o amor mútuo, para que cada encontro seja fonte de dons espirituais e passo concreto rumo à unidade.”
Presenças e Representações
Estiveram presentes:
- Arnaud du Cheyron de Beamont, representante do Núncio Apostólico na Turquia;
- Vartan Kirakos Kazanciyan, administrador da Eparquia Armênio-Católica;
- Lucian Abalintoaiei, Secretário-Geral da Conferência dos Bispos Católicos da Turquia;
- Os Bispos ortodoxos Adrianos de Alikarnassos, Kassianos de Aravissos e Paisios de Xanthoupolis;
- O Embaixador da Grécia, Konstantinos Koutras;
- Os Cônsules-Gerais da Ucrânia, Roman Nedilskyi, e da Moldávia, Sergiu Gurduza, com suas esposas;
- Clérigos, fiéis da cidade e peregrinos de vários países.
Memória histórica
Recordou-se ainda um episódio marcante: na décima comemoração da revogação dos anátemas, em 1975, o Papa Paulo VI, num gesto inesperado e profundamente simbólico, ajoelhou-se e beijou os pés do chefe da delegação patriarcal, o saudoso Metropolita Melíton de Calcedônia. Com visível emoção, Melíton afirmou então que “somente um grande homem — ou um santo — poderia realizar tal gesto”.

































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